quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Festival Náutico será realizado na Orla Pôr do Sol

 Durante o verão a prática de esportes aquáticos cresce consideravelmente. E os aracajuanos não ficam fora da estatística, lotando praias, rios e áreas abertas de lazer para se exercitar.  Com o sentido de incentivar ainda mais a procura de esportes náuticos, a Secretaria da Juventude e do Esporte (Sejesp) está organizando o Festival Náutico, uma manhã de competições esportivas realizadas no rio Vaza-Barris e na Orla Pôr do Sol. Uma reunião com os representantes de modalidades aconteceu nesta segunda-feira, dia 3, na secretaria, para definir os últimos detalhes.
O evento acontece no próximo sábado, dia 8, das 8 às 12h, e vai reunir competições de Remo (categorias Master e Juvenil – feminino e masculino), Stand Up Paddle (feminino e masculino), barco de pesca, barcos de competição e Jet Ski, além de uma competição especial de quadriciclos, planejada para movimentar também a parte terrestre da Orla. Ações pensadas em consonância com a secretaria especial de Cultura, para oferecer opções diversificadas na capital.
"A Funcaju irá realizar um evento a tarde, no mesmo local, com objetivo de levar cultura, através de atrações musicais com palco direcionado para o rio. Pegando carona pensamos em complementar as atividades e convidar representantes de esportes aquático, além do Quadri Club que integrará as competições do Festival", explicou o coordenador de Inclusão da Sejesp, Luiz Carlos Bossa Nova.
O presidente da Federação Sergipana de Remo, Geraldo Porto, confirmou presença da modalidade na competição. "Estaremos abrilhantando esta festa com nossos associados e esperamos todos que tenham algum interesse em participar do remo. Para isto estamos colocando 15 barcos à disposição, para as categorias amador e profissional", disse o presidente.
Já a competição de Jet Ski espera cerca de 100 competidores nas categorias 1100 cilindradas, 1300 cilindradas, 1.8 e acima de 300 cavalos (categoria especial). Os representantes da Jet Multi Marcas, Orlando Firmino e Ivan Rabelo, também compareceram à reunião. "As pessoas estão acostumadas a se encantar com a beleza do rio, fora da água. Imagine apreciar as belezas da orla dentro do rio?", sugeriu Orlando.
Enquanto esportistas e a população se encantam com o esporte na água, uma novidade que está tomando conta das areias convida olhares e chama todos que gostam de aventura sobre rodas. Com a oportunidade o representante do Quadri Club de Sergipe, Bruno Cruz, não perdeu tempo e se uniu a Sejesp, para integrar as atividades do Festival.
"É a primeira vez que estamos tendo a oportunidade de integrar um evento esportivo e sem dúvida a Sejesp está de parabéns com esta iniciativa. Estaremos participando da prova 150/200 metros, com confirmação dos 38 esportistas que integram nossa associação. Esperamos no mínimo 60 participantes e agradecemos o apoio da secretaria, que nos disponibilizou os toldos e caminhões-pipa para tornar possível toda a estrutura necessária, durante a realização das provas", comentou Bruno.
Inscrições
Os interessados em participar das provas devem procurar o representante de cada modalidade através dos contatos telefônicos. As inscrições são gratuitas.
*Remo – Geraldo Porto (9995-5633)
*Barcos – Joel Oliveira (9964-9941)
*Stand Up Paddle - João Paulo (9966-0768)
*Jet Ski – Orlando Firmino (9828-9937)
*Quadriciclo - Bruno Cruz (9920-0090)

Fonte: Sejesp

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

MPF/SE ajuiza ação para garantir reparação ambiental por obras da Orla Pôr do Sol

O Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) ajuizou uma Ação Civil Pública contra a Prefeitura de Aracaju, a Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb) e a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) para que os órgãos adotem medidas mitigadoras e compensatórias  não exigidas durante o processo de licenciamento das obras da Orla Pôr do Sol.

A orla fica localizada na margem do Rio Vaza Barris em Área de Proteção Permanente (APP) e, de acordo com a ação, a Licença de Instalação foi expedida após o início das obras e a Prefeitura não apresentou declaração de utilidade pública ou interesse social da área onde o empreendimento foi implantado, como exige a legislação. Além disso, o município não estabeleceu as medidas ambientais compensatórias e mitigadoras a serem adoradas em razão dos impactos ambientais produzidos pelo empreendimento.

Para o procurador da República responsável pela ação, Rômulo Almeida, “ficou constatada a ilegalidade da conduta da Adema, uma vez que esta não observou, durante o processo de licenciamento, o cumprimento das normas que regulam a ocupação de área de preservação permanente, abrindo mão, inclusive, de exigir a adoção de qualquer medida compensatória e ou mitigadora da Prefeitura de Aracaju”. Ainda segundo o procurador, “a conduta dos réus produziu efeitos danosos ao meio ambiente, revelando a marcante cultura de descompromisso ecológico que prevalece em nosso país”.

O MPF/SE requer na ação que a Adema seja condenada a determinar, no prazo de 90 dias, as medidas de caráter mitigador e compensatório a serem realizadas por causa da intervenção na APP do rio Vaza Barris, considerando os impactos produzidos e a dimensão da área afetada pela construção da Orla Pôr do Sol.

Já o Município de Aracaju e a Emurb devem executar as medidas definidas pela Adema dentro do cronograma proposto. Em caso de descumprimento, os órgãos serão obrigados a pagar indenização em valor a ser definido, além de uma multa diária. Neste caso, os valores seriam revertidos em favor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos.

A ação tramita na Justiça Federal com o número 0004717-36.2013.4.05.8500.


Fonte: Jornal da CidadeFoto: André Moreira

domingo, 10 de novembro de 2013

Ilha Grande de São Cristóvão

A Ilha Grande é uma ilha brasileira situada no município de São Cristóvão, estado de Sergipe, exatamente no estuário do rio Vaza-Barris, próximo a sua desembocadura no oceano Atlântico.
Possui uma população estimada em setenta pessoas, que vivem basicamente da pesca fluvial e pequena agricultura de sobrevivência baseada na produção de mangas que acontece entre os meses de dezembro, janeiro, fevereiro se estendendo até fins de Abril.
A comunidade já possui energia elétrica mas não possui saneamento básico. Seu único meio de transporte é fluvial entre a Ilha e o continente, o povoado Pedreiras, distante da sede do município sete quilômetros por estrada de Piçarra.
A Ilha Grande possui dois atracadouros. O primeiro construído pelo governo municipal consiste numa pequena ponte com uma escada em sua extremidade.
O segundo de iniciativa particular de uma empresa, é um porto particular com acesso público e consiste numa ponte tendo em sua extremidade um pier flutuante que permite acompanhar o nível das marés. Possui em seu eixo longitudinal aproximadamente seis quilometros de extensão e no eixo transversal aproximadamente setecentos metros.
A Ilha Grande possui um clima agradável, com uma fauna rica e vegetação exuberante, formada por centenárias mangueiras que se misturam ao vasto coqueiral, incluindo inúmeros exemplares de cajueiros, goiabeiras, genipapeiros e jaboticabeiras.
A grande maioria das habitações da Ilha Grande, situa-se na parte leste. A Ilhota, formada pelas grandes marés de março, divide a ilha em duas partes, ficando na extremidade oeste o lugarejo denominado Traipu, onde predomina uma vegetação composta em sua grande maioria de coqueiros e mangabeiras.

Tem como limites geográficos a leste com o rio Paramopamba, ao sul com a Barra da Ponta Grossa e o encontro das águas do rio Paranopamba e Vasa-barris. A oeste com o rio Vasa-barris e o povoado Costa do Pau d'Arco. ao norte com o município de Itaporanga d'Ajuda.
A Ilha Grande possui como entidade representativa social, a ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E AMIGOS DA ILHA GRANDE, que teve como seu primeiro presidente um de seus fundadores, o Senhor Pedro Américo Pereira. Colonizada pelos jesuítas, a Ilha Grande possui uma Capela, cuja construção data de 1933. As festas populares são comemoradas pelos nativos em janeiro, com a Procissão do Senhor dos Navegantes, em maio com a Festa da Santa Cruza, padroeira da Ilha, e a Entrada do Mês de Junho, com a festa do Samba de Coco. O Forró da Mangueira se realiza em data móvel durante o ano.
Por Francisco Junior
Fonte: cidadesaocristovao.blogspot.com